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Apesar da baixa no mercado, o malware de mineração de cripto lidera índice de ameaças pelo 13º mês consecutivo

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Três malwares de mineração de cripto estão no topo do último Índice Global de Ameaças da firma de cibersegurança israelense Check Point, de acordo com um comunicado de imprensa publicado em 14 de janeiro.

A Check Point Software Technologies é fornecedora de soluções de segurança para governos e empresas em todo o mundo, com mais de 100.000 organizações relatando estarem atualmente usando seu sistema de gerenciamento de segurança.

Conforme relatado, os ataques furtivos de mineração de cripto – também conhecidos como cryptojacking – funcionam com a instalação de malware que usa o poder de processamento de um computador para minerar criptomoedas sem o consentimento ou conhecimento de seu proprietário.

De acordo com o Índice Global de Ameaças da Check Point de dezembro de 2018, os três malwares mais pesquisados eram todos relacionadas ao crypjacking – com o Coinhive, um código de mineração de Monero (XMR) instalado navegador – levando o primeiro lugar pelo 13º mês consecutivo.

Classificados em segundo e terceiro respectivamente, o XMRig é declaradamente um software de mineração de CPU de código aberto para mineração de XMR, enquanto o Jsecoin é um minerador JavaScript que pode ser incorporado em sites, comercializado para proprietários de sites como uma forma de monetização alternativa à propaganda.

Enquanto estima-se que o Coinhive atinja cerca de 12% das organizações em todo o mundo, o XMRig supostamente tem uma participação global de 8%, seguido de perto pelo JSEcoin com 7%.

Conforme reportado, vários pesquisadores de segurança ressaltaram que o uso de cryptojacking continua a aumentar, apesar da baixa no mercado global de criptomoedas. Em novembro passado, a empresa russa de segurança da Internet Kaspersky Labs publicou uma análise que indicava que após o mercado de cripto ter diminuído em janeiro e fevereiro de 2018, o interesse em crypjacking também diminuiu rapidamente – ainda que tenha permanecido como uma ameaça consistente e atual ao longo de 2018.

Os analistas observaram que um fator que contribui para a popularidade do cryptojacking pode ser a variedade de programas prontos para uso, pools de mineração abertos e construtores de mineradores que estão à disposição dos invasores.

Estima-se que mais de 4% do Monero, cujas características focadas na privacidade contribuem para sua popularidade como uma moeda de escolha para operações depesquisa secreta, tenham sido minerados ilicitamente, de acordo com uma pesquisa publicada no início deste mês.





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